Rúben Borges (1994) is a composer, artistic educator and researcher whose practice unfolds at the intersection of music, performance, and intermedia practices.
His work focuses on the creation of performative ecosystems in which sound, body, space, text, and image coexist as interdependent materials. Through collaborative and non-hierarchical processes, he develops projects that challenge the separation between composer, performer, and director, proposing models of shared creation.
His artistic research explores the translation of extra-musical elements—such as poetry, environment, memory, and archive—into sonic and performative language, while also integrating dramaturgy and the scenic dispositif as structural dimensions of composition.
Among his recent works is Myrage (2024), for tenor saxophone, electronics, and video, presented at Intermediartes 2025, as well as the project Ear to Sea, developed within the framework of the CUSK Collective, which brings together music theatre, sound ecology, and scientific research.
In parallel, he develops work in the field of performance and writing, including performative readings and projects that explore the relationship between text, sound, and presence.
He is co-founder of BANQUETE and CUSK Collective, platforms through which he developed interdisciplinary creation projects.
His work inhabits a hybrid territory between concert, installation, and theatre, proposing experiences that emerge from processes of collaboration, improvisation, and artistic research.
Rúben Borges (1994) é um compositor, educador artístico e investigador cuja prática se desenvolve no cruzamento entre música, performance e práticas intermedia.
O seu trabalho centra-se na criação de ecossistemas performativos onde som, corpo, espaço, texto e imagem coexistem como materiais interdependentes. Através de processos colaborativos e não-hierárquicos, desenvolve projetos que questionam a separação entre compositor, intérprete e encenador, propondo modelos de criação partilhada.
A sua investigação artística explora a tradução de elementos extra-musicais — como poesia, ambiente, memória e arquivo — em linguagem sonora e performativa, integrando também a dramaturgia e o dispositivo cénico como dimensões estruturais da composição.
Entre os seus trabalhos recentes destaca-se Myrage (2024), para saxofone tenor, eletrónica e vídeo, apresentado no Intermediartes 2025, bem como o projeto Ear to Sea, desenvolvido no âmbito do CUSK Collective, que articula teatro musical, ecologia sonora e investigação científica.
Paralelamente, desenvolve trabalho no campo da performance e da escrita, incluindo leituras-performativas e projetos que exploram a relação entre texto, som e presença.
É cofundador do BANQUETE e do CUSK Collective, plataformas através das quais desenvolveu projetos de criação interdisciplinar.
O seu trabalho situa-se num território híbrido entre concerto, instalação e teatro, propondo experiências que emergem de processos de colaboração, improvisação e investigação artística.